sábado, 13 de fevereiro de 2016
O SISTEMA FIANCEIRO BRASILEIRO: O SISTEMA FINANCEIRO BRASILEIRO
O SISTEMA FIANCEIRO BRASILEIRO: O SISTEMA FINANCEIRO BRASILEIRO: O SISTEMA FINANCEIRO BRASILEIRO – BREVE COMENTÁRIO SÓCIO POLÍTICO Em primeiro lugar devo esclarecer o que almejo com minha faina diária...
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016
O SISTEMA FIANCEIRO BRASILEIRO: O SISTEMA FINANCEIRO BRASILEIRO
O SISTEMA FIANCEIRO BRASILEIRO: O SISTEMA FINANCEIRO BRASILEIRO: O SISTEMA FINANCEIRO BRASILEIRO – BREVE COMENTÁRIO SÓCIO POLÍTICO Em primeiro lugar devo esclarecer o que almejo com minha faina diár...
O SISTEMA FINANCEIRO BRASILEIRO
O
SISTEMA FINANCEIRO BRASILEIRO – BREVE COMENTÁRIO SÓCIO POLÍTICO
Em primeiro
lugar devo esclarecer o que almejo com minha faina diária na advocacia, no
maior litígio individual oriundo do sistema financeiro do Brasil, que já perdura
14 anos, completa em março, e que me
remeteu ao aprendizado da grande dignidade que é cumprir exigência pública de
gerir recursos particulares e os investimentos destes na coisa pública, que,
acredito, ser o pilar basilar de sustentabilidade do sistema econômico, o que
não ocorre no Brasil.
Quero dizer que almejo participar do sistema como agente lucrativo para todos, não só para um grupo deturpado e deturpante, e, para se ter uma vaga ideia de como se trata de seu a criatura de voltando contra o criador, o sistema financeiro público que é, é autorizado a funcionar como agente do sistema é cocriador e gestor de uma dívida que ultrapassa US 300 trilhões, impagáveis na forma do modelo de gestão e supervisão hoje concebidos (ouso dizer que possuo a solução já anunciada no STF AI 601848 site www.stf.jus.br, visível com certificado digital), e, cobra, ou seja, lucra para manter os serviços que hoje só pagam os serviços da dívida, que só aumentam o volume devido, e, não apresentam um vintém de solução, é o porco que vira o gamelão de comida, não é?!
Quero dizer que almejo participar do sistema como agente lucrativo para todos, não só para um grupo deturpado e deturpante, e, para se ter uma vaga ideia de como se trata de seu a criatura de voltando contra o criador, o sistema financeiro público que é, é autorizado a funcionar como agente do sistema é cocriador e gestor de uma dívida que ultrapassa US 300 trilhões, impagáveis na forma do modelo de gestão e supervisão hoje concebidos (ouso dizer que possuo a solução já anunciada no STF AI 601848 site www.stf.jus.br, visível com certificado digital), e, cobra, ou seja, lucra para manter os serviços que hoje só pagam os serviços da dívida, que só aumentam o volume devido, e, não apresentam um vintém de solução, é o porco que vira o gamelão de comida, não é?!
Este
modelo existente, consegue o feito de exibir lucros alarmantes de tão grandes,
enquanto na contramão seguem seus investidores exibindo acachapantes tombos
financeiros, por conta do aparelhamento de seus investimentos internos ao
circuito das atividades públicas determinantes da economia nacional.
O
divórcio entre a economia nacional, o prejuízo da coisa pública e a atividade
bancária no Brasil, exibem os banqueiros a ignomínia de estarem a margem do
processo, por estarem no positivo enquanto o resto da economia anda no
vermelho, ou seja, partindo do pressuposto que a atividade bancária sendo
pública por origem por controle das economias de particulares e públicas, dando
a segurança do sistema de controle de investimentos, é irresponsável quanto o
restante da atividade pública, ou mesmo, é isenta ou se exime de prestar o real
contributo de quem, estando lucrando, deve dar para a retomada do crescimento
econômico.
O regime
de concessão e poder de supervisão do Brasil, ao par do fato de aparentemente
gerir instituições sólidas, por ser moralmente duvidoso, pelo divórcio do
restante da economia que o autoriza, tem a longo prazo uma necessária revisão deste
deboche a céu aberto da atividade pública moralizadora.
Gerir
destinos econômicos e financeiros, requer antes de tudo, emparelhamento com a
atividade econômica e controle de gestão de modo a dar o parentesco realmente
existente entre o modelo público de gestão econômica, a atividade geradora de
riquezas e as entidades financeiras.
Esta
falta de ética e moral muito duvidosa pode ser sensibilizada como existente em
modelos que relembro de meus tempos de faculdade em que tinha um colega , que,
cobrador, hoje do sistema financeira, se ria em prantos de risos da mãe de
família que pelo desespero do descontrole da sua gestão econômica, foi ao seu estabelecimento
sem as calcinhas chorando e sentada levantava as saias para tentar sensibilizar
o cretino de que havia “riqueza” entre suas mazelas; mais tarde, no exercício da
profissão, o mesmo escroto me encontra já na cobrança em nome do sistema
financeiro, se dizendo e a todos os que estavam no ambiente público que estávamos,
nunca ter saído da posição da trincheira, o que exprime o quão mal moralmente servidos
de gestores bancários, com estruturas paralelas que envolvem concessão de
divisão de rendimentos de índice de crescimentos a gestores econômicos públicos
e privados por gerentes financeiros em prejuízo da coisa administrada.
O
sistema funciona com concessão de polpudos benefícios para gestores financeiros
para manter contas, e, das contas de recuperação, além do lançamento em crédito
de liquidação, o sistema mais reles e baixo moralmente falando, é o da recuperação
de créditos que lucra em dobro, e, que criou o subsistema do serviço de ficar
rico com o lixo do sistema financeiro, quando se orgulham administradores financeiros
sem ética de estarem do lado da trincheira que lucra zombando da desgraça do
povo.
Quando
o poder de supervisão é conivente e condescendente com esta linha de conduta
moralmente criminosa, além de estar lucrando abaixo da linha da dignidade,
temos que, urgentemente pensar qual o reflexo destas condutas a longo prazo e
no tempo presente no contexto internacional.
Não
se precisa ir muito longe para ver no Brasil, a imagem da País que não é sério,
e País que privilegia o lucro em detrimento do ser humano, com bolsões enormes,
gigantes de pobreza a clamar por justiça, somente afasta investidores sérios, a
cada dia em maior número, e, que querem níveis de equilíbrio social maior para
que o dinheiro não corra maiores riscos; não é que sejam bonzinhos, é que os
países mais desenvolvidos descobriram que o dinheiro se sente mais seguro onde
não há desequilíbrio social, menos roubos e desvios, de modo que o lucro é mais
seguro, o que, é óbvio, não é o caso, infelizmente do Brasil.
O
Brasil, como diz a propaganda não precisa de roteiro quando se fala da
hegemonia relativa da atividade bancária do Brasil, oriunda da coisa pública
dela deixa de ser dependente quando começa a acreditar dar lucro dissociada da
autoridade que a permite trabalhar em nome de todos, não do lado da trincheira
que administradores sem ética e psicopatas pensam da função pública e
relevantes do controle e gestão das economias privadas e públicas da atividade
bancária.
Não
se precisa ir muito longe, quando, se viu, os bancos reunidos, para dar algum
tipo de solução aos problemas emergenciais vividos no País, e isto não ocorre,
pelo modelo impensado ou comprometido com a atividade bancária da autorização e
supervisão bancária do Brasil, que deve ser autônoma da atividade política, mas
não pode em momento algum virar as costas a economia e seus devaneios,
apresentando, como bons administradores que são, algo além do lucro debochado
que contrasta com a crise econômica do Brasil.
O
lucro propagandeado, distante da autorização que a originou é semelhante ao
cônjuge que vendo o seu consorte no leito de hospital vai curtir a noite na
esbórnia.
Mas
a nobreza da gestão financeira da atividade bancária assistida em outros
rincões que não o nosso, enfrenta vozes que podem não ser as vencedoras tão
pouco as mais arrazoadas quando se trata de solução, mas o candidato americano
Sanders, assistindo bancos bons que de tamanho moderado, alguns públicos, municipais
e centenários na Europa, que dão lucros e
colaboram com a economia local, dando equilíbrio social, sugere divisão
de bancos, para instituições menores, já apontando para a necessidade de diminuição
de megalomaníacos na gestão de instituições financeiras.
Particularmente,
vejo que o padrão ético comprometido com a economia social que o gerou da
atividade bancária, decorre de um modelo de supervisão autônomo não só de poder
político, mas sobretudo da atividade que administra as instituições bancárias,
cobrando políticos de apoio financeiro públicas dos bancos, de modo a ter nos
mesmo a referência mais segura que decorre não só do lucro, mas da segurança do
equilíbrio social, porque convenhamos, anúncio de lucro de bilhões em meio a anúncio
da crise do governo não dá mais para aturar.
Só
para concluir o apelo de revisão de políticas
decorre do fato que não dá mais para esconder, na era da internet, o que
é bom, do que é desonesto, fazendo lembrar de um cliente que vivia de dar “bordejos”
em seu amigo médico, apresentando contas não pagas para sensibilizar o bom
doutor, que as vezes pensava o golpista não esta o médico consciente da ajuda
ofertada, quando pego em duplicidade de pedido já atendido, e, já não mais
aguentando a penúria do périplo de pedidos, disse o médico como quem não aguenta mais o
achaque: pare por favor, tira que está doendo. Parece humor negro, mas não é,
pois o que acontece com o sistema financeiro no Brasil entre Bancos e
Supervisão em relação a sociedade é exatamente como a sociedade se sente tal
como o médico mencionado.
Hélio
Barreto – OAB SC 7487 DF 36606 OAPT 53040C
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